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Benefícios e contra indicações de atividades físicas para pessoas com HIV e AIDS

Um dos problemas recorrentes de quem vive com HIV/AIDS, e que pode ser minimizado com a prática de exercícios físicos, é a lipodistrofia. A síndrome é caracterizada por alterações na redistribuição da gordura corporal e por mudanças metabólicas, que pode levar à morte.

Além disso, a atividade física ajuda a fortalecer os músculos e ossos, contribui para o bom funcionamento do coração, pulmões e do sistema digestivo e permiti um melhor aproveitamento dos alimentos e medicações.

A prática de atividades físicas é essencial para garantir o bem-estar físico e ajudar na prevenção e controle de alterações metabólicas – como diabetes e aumento do colesterol.

As pessoas que vivem com HIV precisam não só de medicamentos, mas também de acesso a ambiente adequado para a prática de exercícios físicos, com acompanhamento e orientação.

O Ministério da Saúde lançou um manual que traz explicações sobre o que é HIV, orientações nutricionais e benefícios da atividade física para quem vive com o vírus, intitulado “Recomendações para a prática de atividades físicas para pessoas vivendo com HIV e AIDS”.

O guia orienta a prática de ao menos 30 minutos de atividade física moderada cinco vezes por semana ou 20 minutos de atividade intensa 3 vezes semanais, além das atividades físicas combinadas.

O treinamento combinado, também denominado de concorrente, é a associação dos componentes aeróbio e de força na mesma sessão de treinamento, almejando-se a melhoria desses componentes em um período menor de treinamento. Salienta-se que os estudos sobre treinamento combinado não evidenciaram a imunossupressão que envolve um ato que reduz a ativação ou a eficácia do sistema imunológico e nem o aumento das células TCD4+ dos pacientes.

Exemplo de treinamento combinado:

• Aeróbio : caminhar, correr ou pedalar durante 30 minutos, utilizando 50 a
75% da frequência cardíaca máxima.

• Força: sequência de 8 tipos de exercícios de musculação em aparelhos fixos, alternando partes superior e inferior do corpo, como por exemplo: exercício para o tríceps no puxador alto, membros inferiores (quadríceps femoral),bíceps no banco Scott, abdominais, dorsal no puxador alto, posteriores da coxa na rosca romana, peitoral no voador, glúteos (puxador baixo).

Para esse tipo de população que não se adapta à musculação, pode se recomendar a prática do Pilates, que por sua vez, também tem equipamentos fixos que permitem trabalhar membros superiores e inferiores que permitem atingir os mesmos músculos citados acima.

Segundo o manual, a prática de exercícios não apresenta riscos para os portadores do vírus da AIDS, desde que seja acompanhado por um profissional e que se leve em consideração o nível de aptidão física de cada indivíduo, o estágio da doença, a medicação e os efeitos colaterais.


Os benefícios da prática incluem:

• Melhora da qualidade de vida, capacidade cardiorrespiratória e força muscular;
• Prevenção da osteoporose;
• Controle de peso, diabetes e dislipidemia;
• Melhora transitória do sistema imunológico;
• Menor incidência de estresse e depressão;
• Melhora do estado nutricional (IMC);
• Melhora da composição e imagem corporal.

 


As contra indicações para a prática de exercícios físicos (treinamento físico) são:

• Imunodeficiência, avançada na presença de infecção oportunista;
• Presença de comorbidades que contraindiquem a sua prática (hipertensão arterial sistêmica e Diabetes Mellitus tipo II não controladas);
• Hepatopatia grave com plaquetopenia (risco de sangramento);
• Alto risco cardiovascular, ou outras situações clínicas a serem analisadas pelo médico do paciente.

Fonte: www.revistapilates.com.br

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